sexta-feira, 14 de maio de 2010

História de Angola

Angola,é um pais inicialmente explorado pelos navegadores portugueses,e foi a descoberta de Angola que levou os exploradores e navegadores a explorar cada vez mais «o nosso mundo».
Angola,foi desoberta pelo navegador Diogo Cão,nascido na cidade de Vila Real.
Angola,émuito conhecido em todo o mundo,porque foi e ainda é,de onde se usavam escravos para o comércio,incloindo o comércio entre Portugal e o Brasil para os escravos trabalharem nas plantações,no engenho,nas minas,e tudo o que o Brasil tinha de mais rico e que se tinha que explorar.
Normalmente,os escravos africanos,são os que têm piores condições de vida quando são comprados pelos outros países para trabalhem nos países dos compradores.
Angola é um país da costa ocidentalda África e inclui também o enclave Cabinda.Foi uma antiga colónia de Portugal,tendo sido colonizada no século XV,e permaneceu como sua colónia até à independência em 1975.A sua capital e maior cidade é Luanda.
Actualmente a República de Angola tem a sua divisão admistrativa composta por 18 províncias.
Angola é composta pelas seguintes províncias:Bengo,Benguela,Bié,Cabinda,Kuando-Kubando,Kwanza-Norte,Kwanza-Sul,Cuene,Huambo,Huíla,Luanda,Lunda-Norte,Lunda-Sul,Malange,Moxico,Namibe,Uíge e Zaire.As províncias estão divididas em municípios,que por sua vez se subdividem em comunas.





Mário Joaquim Oliveira Bezerra,6ºA,Nº12
DIALECTOS


O português é a única língua oficial de Angola. Para além de numerosos dialectos, Angola possui mais de vinte línguas nacionais. A língua com mais falantes em Angola, depois do português, é o umbundo, falado na região centro-sul de Angola e em muitos meios urbanos. É língua materna de 26% dos angolanos.[8]
O quimbundo (ou kimbundu) é a terceira língua nacional mais falada (20%)[8], com incidência particular na zona centro-norte, no eixo Luanda-Malanje e no Kwanza-Sul. É uma língua com grande relevância, por ser a língua da capital e do antigo reino dos N'gola. Foi esta língua que deu muitos vocábulos à língua portuguesa e vice-versa. O quicongo (ou kikongo) falado no norte, (Uíge e Zaire) tem diversos dialectos. Era a língua do antigo Reino do Congo. Ainda nesta região, na província de Cabinda, fala-se o fiote ou ibinda. O chocué (ou tchokwe) é a língua do leste, por excelência. Têm-se sobreposto a outras da zona leste e é, sem dúvida, a que teve maior expansão pelo território da actual Angola. Desde a Lunda Norte ao Cuando Cubango. Cuanhama (kwanyama ou oxikwnyama), nhaneca (ou nyaneca) e mbunda são outras línguas de origem bantu faladas em Angola. No sul de Angola são ainda faladas outras línguas do grupo khoisan, faladas pelos san, também chamados bosquímanos.
Embora as línguas nacionais sejam as línguas maternas da maioria da população, o português é a primeira língua de 30% da população angolana[carece de fontes?] — proporção que se apresenta muito superior na capital do país —, enquanto 60% dos angolanos afirmam usá-la como primeira ou segunda língua[carece de fontes?].

Mário Bezerra 6ºA Nº 12
ORGANIZAÇÂO SOCIAL DE ANGOLA
Apesar de, na lei, a educação em Angola seja compulsória e gratuita até os oito anos, o governo reporta que uma cerca percentagem de estudantes não está matriculada em escolas por causa da falta de estabelecimentos escolares e professores.[7] Estudantes são normalmente responsáveis por pagar despesas adicionais relacionadas a escola, incluindo taxas para livros e alimentação.[7] Ainda continua a ser significante as disparidades na matrícula de jovens entre as áreas rural e urbana. Em 1995, 71,2% das crianças com idade entre 7 e 14 anos estavam matriculadas na escola. É reportado que uma porcentagem maior de garotos está matriculada na escola em relação às garotas. Durante a Guerra Civil Angolana (1975-2002), aproximadamente metade de todas as escolas foi saqueada e destruída, levando o país aos atuais problemas com falta de escolas. O Ministro da Educação contratou 20 mil novos professores em 2005, e continua a implementar treinamento de professores. Professores tendem a receber um salário baixo, inadequadamente treinados, e sobrecarregados no trabalho (as vezes ensinando por dois ou três turnos por dia). Professores também reportaram subordo diretamente de seus estudantes. Outros fatores, como a presença de minas terrestres, falta de recursos e papéis de identidade, e a pobre saúde também afastam as crianças de atender regularmente às escolas. Apesar dos recursos alocados para a educação terem crescido em 2004, o sistema educacional da Angola continua a receber recursos muito abaixo do necessário. A taxa de alfabetização é muito baixa, com 67,4% da população acima dos 15 anos que sabem ler e escrever português. 82,9% dos homens e 54,2% das mulheres são alfabetizados, em 2001. Desde a independência em relação à Portugal em 1975, uma quantidade consideráveis de estudantes angolanos continuaram a ir todos os anos para escolas portuguesas, instituições







Mário Bezerra 6ºA Nº 12
ACTIVIDADE ECONÓMICA DE ANGOLA


A economia de Angola caracterizava-se, até à década de 1970, por ser predominantemente agrícola, sendo o café sua principal cultura. Seguiam-se-lhe cana-de-açúcar, sisal, milho, óleo de coco e amendoim. Entre as culturas comerciais, destacavam-se o algodão, o tabaco e a borracha. A produção de batata, arroz, cacau e banana era relativamente importante. Os maiores rebanhos eram de gado bovino, caprino e suíno.
Angola é rica em minerais, especialmente diamantes, petróleo e minério de ferro; possui também jazidas de cobre, manganês, fosfatos, sal, mica, chumbo, estanho, ouro, prata e platina. As minas de diamante estão localizadas perto de Dundo, no distrito de Lunda. Importantes jazidas de petróleo foram descobertas em 1966, ao largo de Cabinda, e mais tarde ao largo da costa até Luanda, tornando Angola num dos importantes países produtores de petróleo, com um desenvolvimento económico possibilitado e dominado por esta actividade. Em 1975 foram localizados depósitos de urânio perto da fronteira com a Namíbia.
As principais indústrias do território são as de beneficiamento de oleaginosas, cereais, carnes, algodão e tabaco. Merece destaque, também, a produção de açúcar, cerveja, cimento e madeira, além do refino de petróleo. Entre as indústrias destacam-se as de pneus, fertilizantes, celulose, vidro e aço. O parque fabril é alimentado por cinco usinas hidroelétricas, que dispõem de um potencial energético superior ao consumo.
O sistema ferroviário de Angola compõe-se de cinco linhas que ligam o litoral ao interior. A mais importante delas é a estrada de ferro de Benguela, que faz a conexão com as linhas de Catanga, na fronteira com o Zaire. A rede rodoviária, em sua maioria constituida de estradas de segunda classe, liga as principais cidades. Os portos mais movimentados são os de Luanda, Lobito, Benguela, Namibe e Cabinda. O aeroporto de Luanda é o centro de linhas aéreas que põem o país em contato com outras cidades africanas, europeias e americanas.



Mário Bezerra 6ºa Nº 12

domingo, 25 de abril de 2010

Divisões administrativas de Portugal Continental

Divisões administrativas de Portugal Continental




Ao longo da história, as divisões administrativas de Portugal foram sofrendo diversas alterações.

Portugal tem dezoito distritos e doze províncias.

O Minho é constituído por Viana do Castelo e Braga.

Trás-os-Montes e Alto Douro é constituído por Bragança e Vila Real.

No Douro é constituído por o Porto (capital do Norte), Aveiro e Coimbra.

A Beira Baixa é constituída por a Guarda e Castelo Branco.

A Beira Alta é constituída por Viseu.

A Estremadura é constituída por Setúbal Leiria e Lisboa (capital de Portugal Continental mas também de Portugal todo com os arquipélagos).

O Alentejo é constituído por Portalegre Panhas Douradas Évora e Beja.

Todas as províncias têm limites e Portugal não é cessão.

Trás-os-Montes e Alto Douro são limitados a oeste pelo Rio Tâmega e a sul pelo Rio Douro.

As limitações entre o Minho e o Douro é a sul pelo Rio Douro e a leste pelo Rio Tâmega.

A Beira inicia-se entre o Douro e o Tejo.

A Estremadura inicia-se entre o Douro e o Tejo Litoral.

O Alentejo é limitado a norte pelo Rio Tejo e a sul pela Serra do Caldeirão.

O Algarve é limitada pela Serra do Caldeirão a norte.



Marco Nunes 6ºA Nr11

intoduçao

Introdução




Bom dia! Nós somos os alunos do Colégio Nossa Senhora da Boavista da turma do 6º A.

Esperemos que goste do nosso trabalho de Área de Projecto liderada pelos professores: Alexandre Freitas e Duarte Nuno.

Este nosso trabalho baseia-se nas diferenças, semelhanças e que futuro pode ter Portugal e Angola.

O nosso trabalho foi feito no meio de pesquisa e em grupo com muito empenho e carinho.

Esperemos que deste trabalho fique a saber muitas coisas e que fique impressionado(a) com o nosso trabalho mas também com a nossa turma.

Boa leitura!



Marco Nunes 6ºa Nr11



Introdução




Bom dia! Nós somos os alunos do Colégio Nossa Senhora da Boavista da turma do 6º A.

Esperemos que goste do nosso trabalho de Área de Projecto liderada pelos professores: Alexandre Freitas e Duarte Nuno.

Este nosso trabalho baseia-se nas diferenças, semelhanças e que futuro pode ter Portugal e Angola.

O nosso trabalho foi feito no meio de pesquisa e em grupo com muito empenho e carinho.

Esperemos que deste trabalho fique a saber muitas coisas e que fique impressionado(a) com o nosso trabalho mas também com a nossa turma.

Boa leitura!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Religiao de Angola

A Constituição da Angola garante a liberdade religiosa e o Estado normalmente respeita este direito: Artigo 13º 1.A República de Angola é um Estado laico, havendo separação entre o Estado e as igrejas. 2.As religiões são respeitadas e o Estado dá protecção às igrejas, lugares e objectos de culto, desde que não atentem contra a Constituição e a ordem pública e se conformem com as leis do Estado. Os grupos religiosos devem registrar-se no Ministério da Justiça e da Cultura. O Governo proibiu as manifestações de actividades de numerosos grupos não oficializados. Em março do ano 2005 foi aprovada uma lei que restingue os critérios a adoptar para o reconhecimento das associações religiosas, entre os quais é determinante o número de fiéis, que devem ser pelo menos 100 mil adultos, residentes no país e distribuídos em pelo menos dois derços das províncias. Esses requisitos foram exigidos para evitar a proliferação de novas Igrejas e para impedir ritos contrários à integridade e à dignidade pessoal, assim como à ordem pública e à segurança nacional. No final de 2004 tinham sido reconhecidas 83 associações e 880 estavam à espera de registro, muitas delas grupos cristãos evangélicos. Não obstante a nova lei confirmar a liberdade de professar a fé, fora dos locais de culto só é possível a prática de actividades religiosas mediante autorização prévia das autoridades. No ano 2005 foram proibidas 17 grupos religioso, acusados de terem celebrado cerimónias religiosas em habitação sem estarem legalizados para esse efeito.



Daniela Dias 6º A Nr.6

O Barão de Forrester

Joseph James Forrester nasceu na Escócia a 21 de Maio1809 e morreu misteriosamente no rio Douro em 12 de Maio de 1861.Veio muito novo viver para o Porto, para a casa de um tio, negociante muito abastado, que comprava as pipas de vinho do Porto por dez mil réis e depois as vendia na Inglaterra por mais de setenta. Educou o sobrinho para lhe continuar o negócio, mas ao jovem aconteceu algo de belo e imprevisível: apaixonou-se pelo rio Douro.

A compra e venda da produção dos lavradores eram para ele apenas um pretexto para viver no rio. Tal era a paixão fluvial, que mandou construir um barco do estilo rabelo, para aí poder permanecer por longos períodos e receber os seus amigos e pessoas importantes da época, aos quais oferecia jantares esplêndidos. Conta a história que este barco, de tão requintado e luxuoso que era, impressionou na época, não só pela magnífica tripulação rigorosamente uniformizada, mas também por já dispor de magnificas condições, tais como: cozinha, sala de jantar, leitos e retrete.

Acompanhado pelos mais valentes marinheiros, o barão navegava desde o Porto até Barca de Alva, ficando horas e horas ancorado no fundo do rio, a desenhar os pormenores das margens, as encostas a descer em catarata até ás arribas rochosas, os cachões sinuosos que a água fazia entre as valeiras, e redigia notas para os seus opúsculos sobre o Douro. A coroa de glória a que aspirava, conseguiu completá-la: o Mapa do Douro, um minucioso levantamento reduzido a um desenho de três metros de comprido e 68 cm de largo, nunca sendo comercializado, mas sim oferecido a quem se mostrasse interessado, independentemente da classe social a que pertencesse. Nunca um rio português tinha sido estudado com tanto amor, tanto rigor científico, tanta despreocupação material. Este trabalho esplendoroso, adicionado aos vários mapas da região demarcada, fez com que o governo lhe atribuísse a honraria do título de Barão, constituindo um feito inédito até então, conseguido por um estrangeiro.



Em Maio de 1861, o barão de Forrester foi visitar D. Antónia Adelaide Ferreira, a uma das de mais de meia centena de quintas de que a famosa Ferreirinha era proprietária: A Quinta do Vesúvio. Esta quinta, situada na Horta de Numão, entre a Pesqueira e Foz Côa, e que contém dentro dos seus muros sete montes e trinta vales, era uma das preferidas de D. Antónia. Ali a detentora de uma das maiores fortunas do Douro primava em receber as suas visitas, debaixo de uma frondosa palmeira que ainda hoje existe. Ao instalar-se o barão no Vesúvio, aumentou assim o número de visitantes que já ali se encontravam, a saber, a filha de D. Antónia, o genro (jovem conde de Azambuja) e ainda o juiz de direito da comarca, que apreciava muito não se sabe se a quinta, se o famoso vinho, se a Ferreirinha.

D. Adelaide, ao ver-se ladeada de toda esta gente, e talvez um pouco saturada de tantas visitas, decide anunciar a sua partida no dia seguinte para a Régua. O barão disponibiliza-se de imediato para a acompanhar, ao que recebeu resposta negativa da proprietária, alegando que o mesmo não tinha lá o seu barco. Num gesto de galanteio e contra resposta, o barão fez questão de a acompanhar, porque era conhecedor do percurso e seria o governador do barco da enérgica Senhora. Separava-os da "Princesa do Douro" a distância de cinquenta e seis quilómetros e havia que passar pela pior garganta do curso: o cachão da Valeira. Era este o local que mais impressionava o barão, e por ele desenhado várias vezes. Foi precisamente aí que a tragédia caiu sobre os viajantes.

Os remeiros não puderam evitar a força da torrente, o barco afundou-se e todos os ocupantes foram atirados para as águas revoltosas do rio. As grandes saias de balão que então se usavam seriam motivo de salvação das senhoras. Os cavalheiros tiveram outra sorte. Desapareceram dois criados de D. Adelaide, e os cadáveres encontraram-se dias depois nas imediações da Régua. Até um caixote com pratas que a Ferreirinha levava para a Quinta de Travassos em Loureiro, veio a aparecer longe, entalado na roda de uma azenha. Só do Barão não houve mais notícias. Vieram mergulhadores, na esperança de encontrar o corpo, sendo todas as tentativas infrutíferas. O Barão, que sempre usava um grande cinto de cabedal atulhado de libras de ouro, tinha nesse dia calçado grandes botas pretas, que chegavam ao cimo da anca, e tudo aquilo era ouro escondido.O Barão de Forrester desapareceria, nas profundas deste rio, amante sôfrego, que o abraçou para sempre e o não deixou mais partir. Sentida e merecida homenagem a este amante do Douro e do seu rio.

Rosa Gaspar

Religiao em Angola


“Fenómeno religioso em Angola” é proferida, hoje, em Luanda, numa iniciativa da Igreja Fé Apostólica.

A palestra é presidida pelo director do Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos, Manuel Fernando, e visa saudar o 15 de Janeiro, dia em que, há 50 anos, surgiu em Angola a Igreja Fé Apostólica.

A palestra é realizada com o objectivo de esclarecer os fiéis sobre aspectos relacionados com o fenómeno religioso e a proliferação de igrejas em Angola.

A Igreja Fé Apostólica chegou a África em 1911, mais precisamente à República da África do Sul, e expandiu-se para o Zimbabwe, Zâmbia, República Democrática do Congo, Namíbia, Botswana, Moçambique e Lesoto. Em 1960, chegou a Angola através do mestre David Jorge. Aqui, o processo de evangelização iniciou-se no dia 15 de Janeiro de 1960. A Igreja Fé Apostólica é reconhecida pelo Governo angolano e está implantada em todas as províncias do país. É membro efectivo do Conselho de Igrejas Cristãs em Angola (CICA).

Daniela Dias 6ºA Nr.6

A família Symignton

A família Symignton


A família Symignton é descendente de Andrew James Symignton e Beatrice Atkison, que contraíram matrimónio no Porto, em 1891. Andrew James chegou ainda jovem da Escócia, em 1882.Beatrice Atkinson era descendente de Jonh Aktison que viveu no Porto a partir de 1814 o pai e o tio eram produtores de vinho de Porto. Pelo lado da sua mãe Beatrice Atkison era descendente directa de um comerciante de um comerciante de vinho do Porto do século XVII Walter Maynard, Cônsul Inglês no Porto em 1659. O seu nome consta dos arquivos da cidade do Porto como tendo exportado 39 pipas de vinho, em 1652. Esta foi a segunda exportação de vinho do Porto mais antiga de que há registo (por um ano) feita por um comerciante britânico e é anterior á data da fundação de qualquer companhia britânica do vinho do Porto.o

Daniela Dias 6ºA Nr.6