sexta-feira, 14 de maio de 2010

ORGANIZAÇÂO SOCIAL DE ANGOLA
Apesar de, na lei, a educação em Angola seja compulsória e gratuita até os oito anos, o governo reporta que uma cerca percentagem de estudantes não está matriculada em escolas por causa da falta de estabelecimentos escolares e professores.[7] Estudantes são normalmente responsáveis por pagar despesas adicionais relacionadas a escola, incluindo taxas para livros e alimentação.[7] Ainda continua a ser significante as disparidades na matrícula de jovens entre as áreas rural e urbana. Em 1995, 71,2% das crianças com idade entre 7 e 14 anos estavam matriculadas na escola. É reportado que uma porcentagem maior de garotos está matriculada na escola em relação às garotas. Durante a Guerra Civil Angolana (1975-2002), aproximadamente metade de todas as escolas foi saqueada e destruída, levando o país aos atuais problemas com falta de escolas. O Ministro da Educação contratou 20 mil novos professores em 2005, e continua a implementar treinamento de professores. Professores tendem a receber um salário baixo, inadequadamente treinados, e sobrecarregados no trabalho (as vezes ensinando por dois ou três turnos por dia). Professores também reportaram subordo diretamente de seus estudantes. Outros fatores, como a presença de minas terrestres, falta de recursos e papéis de identidade, e a pobre saúde também afastam as crianças de atender regularmente às escolas. Apesar dos recursos alocados para a educação terem crescido em 2004, o sistema educacional da Angola continua a receber recursos muito abaixo do necessário. A taxa de alfabetização é muito baixa, com 67,4% da população acima dos 15 anos que sabem ler e escrever português. 82,9% dos homens e 54,2% das mulheres são alfabetizados, em 2001. Desde a independência em relação à Portugal em 1975, uma quantidade consideráveis de estudantes angolanos continuaram a ir todos os anos para escolas portuguesas, instituições







Mário Bezerra 6ºA Nº 12

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